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ELEIÇÕES PARA SINDICATO DOS FONOAUDIÓLOGOS DO ESTADO DE GOIÁS

CFFA ORIENTA: APLICATIVOS AGREGAM MAS NÃO SUBSTITUEM O TRABALHO DO FONOAUDIÓLOGO

Após demanda dos profissionais e também dos Conselhos Regionais, o Conselho Federal de Fonoaudiologia vem a publico esclarecer a população e também aos fonoaudiólogos quanto a utilização de aplicativos de dispositivos móveis com função de realizar ‘Teste de Audição’.

Não há ordenamento jurídico que proíba ou tire do mercado e de circulação tais aplicativos, entretanto o Conselho Federal de Fonoaudiologia esclarece à população que o resultado do exame só têm fidedignidade se feita por profissional habilitado, em local adequado e com equipamento específico para essa finalidade.

Veja nota na íntegra:

Orientação sobre aplicativos para celular denominados ‘Teste de Audição’

A tecnologia trabalha em favor da ciência e, como resultado, muitos equipamentos e dispositivos vêm sendo criados para auxiliar as pessoas no cuidado com sua saúde.  É inegável a presença de novas tecnologias nas tarefas diárias pessoais e profissionais, em muitos casos agregando conhecimento, eficiência e precisão. Entretanto, em muitos casos o conhecimento e habilidades humanas são insubstituíveis.

Nesse sentido, vimos a público esclarecer que existem no mercado de dispositivos móveis vários aplicativos denominados ‘teste de audição’, que podem ser baixados para uso em smartphones, tablets de todas as plataformas móveis. Esses testes prometem medir a audição do usuário e detectar possíveis problemas auditivos.

 No entanto, alertamos para a possibilidade de ineficácia dos resultados dessas tecnologias, pois inúmeras variáveis interferem na realização de uma avaliação auditiva feita com seriedade por profissionais habilitados. O nível de ruído no local, as especificações do som que será emitido para testagem, a qualidade do equipamento a ser utilizado são apenas alguns dos fatores que interferem no resultado final do exame.

Desta forma, a fidedignidade do resultado poderá ser comprometida. Sendo assim, o Conselho Federal de Fonoaudiologia alerta a população para o fato de que nenhum teste feito por dispositivo móvel substitui o exame audiológico realizado com equipamentos de qualidade, feitos por profissional competente e em local adequado que obedeça todas as normas nacionais e internacionais.

Fonte: Assessoria de comunicação CFFa 

FONOAUDIOLOGIA LANÇA MANUAL DE PADRONIZAÇÃO INTERNACIONAL EM AUDIOMETRIA DURANTE CONGRESSO DA FUNDAÇÃO OTORRINOLARINGOLOGIA

O Sistema dos Conselhos FEderal e regionais de Fonoaudiologia lançou o manual de Padronização Internacional em Audiometria durante o 14º Congresso da Fundação Otorrinolaringologia (FORL), que aconteceu de 13 a 15 de agosto, em São Paulo – SP. Esta foi a segunda participação do Sistema de Conselhos no evento e consolida a parceria que já acontece na prática entre as duas profissões. No stand do Sistema de Conselhos vários materiais informativos foram distribuídos, como o Manual de Audiologia, folder sobre Reabilitação Vestibular e folder do Teste da Orelhinha. Além desses materiais o Conselho Federal de Fonoaudiologia lançou especialmente durante o evento o manual de Padronização Internacional em Audiometria. Nesse material o profissional vai encontrar informações sobre a ISO 8253 – Parte 01, versão 2010 e sua relação com a Norma Regulamentadora (NR7) do Ministério do Trabalho e Emprego.

A conselheira federal Márcia Regina Teles , considera a participação no Congresso da FORL uma oportunidade para aprofundamento científico, pois aborda temas relacionados à Fonoaudiologia como, por exemplo, zumbido, próteses auditivas, reabilitação vestibular e disfagia. “Também é compromisso do Sistema de Conselhos levar informações aos profissionais nos mais diversos ambientes”, afirma Márcia Teles que também é presidente da Comissão de Audiologia do CFFa.

Avaliação audiológica

Vários fonoaudiólogos participaram como palestrantes no evento. Na apresentação  ‘Avaliação Audiológica’ a conselheira federal Viviane Fontes fez uma explanação para um auditório lotado sobre o tema ‘Uma análise crítica da calibração de audiômetros’, juntamente com  a presidente do Conselho Regional 2ª Região, Thelma Costa que falou sobre ‘Mascaramento Clínico’.

CREFONO 5 oferece descontos e parcelamentos para quitação de débitos conforme o “Programa de Conciliação Profissional”.

O CREFONO 5 concede, a partir do dia 07 de agosto de 2015, descontos sobre juros e multas e parcelamento de débitos para fonoaudiólogos que estão com anuidades em aberto. Para negociação de anuidades em atraso de exercícios anteriores a 2015, será concedido desconto sobre juros e multa. Nos pagamentos à vista, o desconto será de 90% (noventa por cento). Desconto será de 50% nos pagamentos parcelados em até 06 (seis) parcelas. Já nos pagamento parcelados em até 12 (doze) parcelas, desde que o débito compreenda o mínimo de 5 (cinco) anuidades e o valor mínimo de cada parcela seja igual o superior a R$ 100,00 (cem reais), o desconto será de 25% (vinte e cinco por cento).

As negociações serão tomadas a termo mediante assinatura do Termo Administrativo de Conciliação de Dívida e importará em confissão definitiva e irretratável do débito.

Para participar o fonoaudiólogo inadimplente deverá requer ao CREFONO 5, por correspondência, telefone (62 3233-3209) e/ou e-mail (tesouraria2@crefono5.org.br) dirigido ao Setor de Tesouraria, até o dia 13/12/2015, sua adesão ao “programa de conciliação profissional.”

Estas condições observam as disposições da Resolução do Conselho Federal da Fonoaudiologia nº 470/2015 e Portaria do Conselho Regional de Fonoaudiologia da 5ª Região nº 383/2015. Lembramos aos fonoaudiólogos que a condição de validade do voto é estar quites/regular para com o CREFONO 5. Assim, o profissional deve quitar seus débitos e regularizar sua situação financeira até o dia 23 de outubro do corrente ano para que estejam aptos a votar na próxima eleição deste Conselho Regional de Fonoaudiologia da 5ª Região.

O objetivo da campanha é proporcionar condições para que os fonoaudiólogos regularizem os pagamentos e voltem a exercer a profissão fortalecendo a classe.

Cordialmente,

5o. Colegiado 

CAMPANHA PERMANENTE CONSCIENTIZA SOBRE TESTE DA ORELHINHA

 Ao completar 05 anos desde a sanção da Lei nº 12.303/2010, que institui a obrigatoriedade do Exame de Emissões Otoacústicas, conhecido como Teste da Orelhinha, o Sistema de Conselhos Federal e Regionais de Fonoaudiologia continua preocupado com a conscientização sobre a importância do exame.

Um dos objetivos do Sistema de Conselhos, como explica a presidente da Comissão de Audiologia do Conselho Federal de Fonoaudiologia, conselheira Márcia Teles, é conscientizar a população dos benefícios do Teste da Orelhinha. Além de indolor, o exame detecta alterações que possibilitam o diagnóstico e o tratamento precoce de eventuais problemas auditivos.

Outro ponto que os Conselhos sempre trabalham é a valorização do profissional que executa o teste. No entanto, embora o exame seja gratuito, isso não exclui a remuneração do profissional que realiza o procedimento.

A Lei do Teste da Orelhinha é um marco para a Fonoaudiologia e para a saúde auditiva brasileira. Desde que a lei foi sancionada a Fonoaudiologia avançou significativamente, mas sabemos que a realidade em muitas metrópoles e também no interior do país não é satisfatória. “Avançamos muito nos direitos básicos de saúde, mas ainda há muito por fazer como exigir que o exame seja realizado em todas as maternidades municipais e estaduais , que seja feito somente por profissionais capacitados, e também exigir reabilitação a em todos os casos em que o exame aponte a necessidade”, completa a conselheira do CFFa.

Como é feito o teste?

É utilizado equipamento digital portátil de tecnologia avançada, capaz de gerar estímulos sonoros e mostrar como a orelha reage a eles. Pode ser feito com a criança dormindo, pois é rápido, indolor e não tem contraindicação. O resultado sai na hora. É fundamental que o profissional de saúde recomende aos pais ou responsáveis a realização do Teste da Orelhinha antes da alta hospitalar. Se a criança não tiver feito o teste nesse período, deverá realizá-lo até, no máximo, 28 dias de vida. A realização após esse período é mais difícil, pois o bebê diminui suas horas de sono e aumenta sua atividade motora.

 Fonte: Ascom / CFFa

Redação: Suzana Campos